Showing posts with label Opinião. Show all posts
Showing posts with label Opinião. Show all posts

Sunday, May 24, 2009

Dica como transmitir video a partir da sua Webcam no Second Life!

Eu estava à procura de novidade para o Blog e achei essa notícia antiga, mas muito interessante, para quem gosta de vídeos e imagens, e achei que valia a pena reproduzir. Se alguém souber mais dicas assim adoraria publicar, basta enviar um comentário.

Fonte: Blog Second Life Radar por Cláudio Ralha

Você já quis transmitir vídeo a partir da sua Webcam em um evento no Second Life ou mesmo em seu terreno para que os seus amigos ou a namorada(o) o vissem na realidade? Para aqueles que já ficaram frustrados tentando a boa notícia é que é possível, desde que obviamente você possua acesso a Internet de banda larga com uma velocidade mínima em torno de 500 Kbps para upload (cheque na página do seu provedor pois eles normalmente só divulgam a velocidade para download).

Para os felizardos, o procedimento é relativamente simples mas envolve a criação de uma conta gratuita no site da Veodia:

http://veodia.com/

Isto é necessário porque este serviço Web oferece a saída em Quicktime, o formato adotado pelo Second Life para vídeo. Com a conta criada, basta seguir os passos descritos no tutorial apresentado no Blog Webcam, disponível em:

http://www.blogwebcam.com/webcam-hardware/how-to-live-stream-from-your-webcam-into-second-life

Confira o teste feito pela autora do passo a passo no vídeo a seguir...




Ainda no You Tube, encontramos um segundo vídeo apresentando como transmitir vídeo a partir da Webcam, no entanto o seu autor não possuía velocidade de upload suficiente para transmitir e ficou meio frustrado no final, achando que era lag.

Monday, May 18, 2009

Second Life "exila" sexo a continente afastado

Para as centenas de milhares de habitantes do Second Life, o que definia o universo virtual era a frase "vale tudo", mas, a partir de agora, a permissividade total estará limitada a um continente afastado do resto deste popular mundo alternativo.

O Second Life, um ambiente virtual e 3D que é praticamente uma economia paralela, se tornou na menina dos olhos do Vale do Silício há alguns anos, mas a popularidade desse mundo entrou em decadência, e foi ofuscada por redes sociais como o Facebook ou o Twitter.

Reprodução/SecondLife

Ambiente virtual Second Life "exila" atividades ligadas a sexo para ilha afastada; site foi ofuscado por redes sociais como o Twitter
Linden Lab, o criador do programa, afirmou hoje que transferirá todas as atividades de "conteúdo adulto" a um continente exclusivo, algo assim como um "bairro vermelho" dentro do mundo virtual.

Os usuários que tiverem comprado propriedades particulares dentro do Second Life poderão continuar fazendo nelas o que quiserem --mas terão que informar ao resto da comunidade sobre isso.

Quem não tiver propriedade particular será convidado a transferir as "atividades adultas" ao novo continente, disseram fontes do Linden Lab, que acrescentaram que as mudanças começarão a ser aplicadas em junho.

Os habitantes do mundo virtual também terão mais opções para bloquear conteúdos considerados para adultos nas buscas feitas no Second Life, ou obter só resultados relacionados a estes conteúdos se desejarem isso.

Embora o programa seja voltado a maiores de 18 anos, o Linden Lab também será mais rígido com os procedimentos de verificação para garantir que todo aquele que faz um novo avatar é maior de idade.

"As preferências e padrões comunitários variam extremamente em cada indústria, país ou cultura", disse Mark Kingdom, executivo-chefe de Linden Lab, em comunicado. "Nosso objetivo é manter toda a liberdade que for possível enquanto seguimos impulsionando nossa plataforma."

A medida, sem dúvida, agradará empresas e organizações que usam o Second Life como plataforma de marketing e que não querem ser associadas a atividades mais picantes.

A possibilidade de sexo virtual é uma das principais reivindicações de muitos usuários do Second Life, uma rede social que permite ter uma vida paralela através da criação de um avatar com a aparência com a qual o internauta sempre sonhou.

A companhia precisa ter cuidado para não alienar boa parte dos clientes com medidas puritanas demais e, ao mesmo tempo, conciliar essa necessidade com a proposta de atrair mais usuários do mundo corporativo.

Cyn Skyberg, vice-presidente de relações com o cliente do Linden Lab, admitiu que as mudanças serão bem recebidos por empresas e educadores, "porque permitirão ter mais controle sobre as coisas que experimentam".

Há dois ou três anos, o Second Life era manchete dos veículos de comunicação a quase toda semana. Muitas empresas decidiram usar o mundo virtual como plataforma de marketing, abrindo delegações ou filiais nesse ambiente ou organizando atividades aos habitantes locais.

No entanto, o Second Life recebeu muito menos atenção nos últimos tempos --recentemente, só se fala em Facebook e Twitter, assim como do grande crescimento em número de usuários registrado pelas duas plataformas.

O Facebook já é uma pequena nação com 200 milhões de membros, e o Twitter alcançou dez milhões. Em comparação, o Second Life tem 800 mil "residentes" calculados.

Após a euforia inicial, muitas empresas que antes queriam ter a todo custo uma presença no mundo virtual abandonaram discretamente o local nos últimos anos, a fim de se concentrar no universo real.

Alguns veículos de comunicação, como a agência de notícias Reuters, chegaram inclusive a ter um correspondente no Second Life, mas esta pessoa foi relegada a outras tarefas menos virtuais.

Fonte: PAULA GIL da Efe, em San Francisco

Essa noticia foi publicada recentemente e gostaria muito saber a opinião de você.

Sunday, March 8, 2009

Feliz dia Internacional da Mulher



Hoje é dia internacional da mulher… um grande dia para celebrar. Nessa ocasião lembre-se de todas as mulheres em sua vida e faça com que elas se sintam extraordinárias. Desejo a todas nós mulheres muito amor e felicidade.

Saturday, January 31, 2009

Mundos virtuais 3D chegam aos celulares

Reproduzo essa noticia muito interessante para os aficionados pelo Second Life escrita por Rodrigo Barbosa para o Brazilian Voice.

Se mensagens SMS, e-mail, filmes e telas sensíveis ao toque já não satisfazem mais seus desejos quando o assunto são os celulares e outros aparelhos móveis, prepare-se para acessar os mundos virtuais diretamente em seu aparelho de bolso.

Cientistas alemães criaram uma tecnologia que permite que iPhones, iPods, celulares em geral, e toda uma gama de aparelhos portáteis que estão invadindo o mercado, sejam capazes também de apresentar aplicativos 3-D, como os mundos virtuais do Second Life.

Mundos virtuais 3D portáteis

"Como o poder de processamento dos telefones celulares, smart phones e PDAs está aumentando - junto com a expansão na largura de banda de suas transmissões - ocorreu-nos que seria possível utilizar esse poder para criar realidades virtuais 3-D," conta o engenheiro Dan Curticapean, da Universidade de Offenburg. "Então nós projetamos um sistema para otimizar e enviar os dados de realidade virtual para o celular ou outro dispositivo móvel," diz ele.

Contudo, mesmo com o crescente poder dos chips dos aparelhos portáteis mais modernos, a exigência de processamento para a apresentação de mundos virtuais é muito grande. A saída encontrada pelos pesquisadores alemães foi exportar todo o processamento numérico pesado para servidores externos, que devolvem para o aparelho móvel uma stream Avi ou motion JPEG, ou na forma de padrões de dados vetoriais, como VRML e X3D.

Celular com tela 3D

Os mundos virtuais podem ser visualizados na tela do próprio dispositivo móvel ou em telas externas e em projetores de vídeo estereoscópicos, que se conectam ao aparelho móvel por conexão Bluetooth.

Para gerar a visualização estereoscópica na própria tela dos aparelhos móveis pode-se utilizar telas 3-D integradas, sistemas de lentes ou imagens anaglíficas, que podem ser vistas com o auxílio de óculos especiais com lentes de cores diferentes para criar a ilusão de profundidade.

O que você acha dessa idéia? Gostaria de acessar o SL em qualquer lugar? Se desejar deixar seu comentário favor responder em comments.

Saturday, January 10, 2009

Maria chuteiras no Second Life?



Existe futebol no Second Life? Lógico que sim!! Ou será que o esporte mais praticado no mundo não teria uma simulação virtual? Leia esse e o próximo artigo para saber mais sobre esse esporte no mundo virtual . Mas se existe futebol deve existir Marias-chuteiras também? Provavelmente sim, mas não conheço nenhum ainda. Se você conhece ou é uma, adoraria entrevista-la. Esse artigo surgiu de brincadeira. Leia o próximo sobre futebol no Second Life e se divirta com a definição de Maria chuteira que eu encontrei na internet.

Segundo a desciclopedia Maria-chuteira é o termo brasileiro para mulheres, sem distinção de classe social, credo, cor ou posição profissional que passam sua vida a pescar jogadores de futebol, principalmente quando esses são ricos e famosos, pouco interessando se estes são providos de beleza, ou não (Geralmente não sendo, claro).

No Brasil, geralmente são modelos ou atrizes sem talento, mas muito gostosas que figuram as colunas de fofoca, ao lado dos imbecis. No exterior também, mas lá fora é mais chique.

Marias Chuteira versus WAGs

Marias chuteiras sonham em se tornarem WAGs, e muitas delas idolatram a pastora Posh Spice Victoria Beckham. Mas, nem todas possuem a classe de uma WAG.
WAGs vem de Wives and Girlfriends ou Esposas e Namoradas, termo utilizado para definir que as marias chuteiras gringas são mais chiques, mas não menos vagabundas do que as nossas.

Para se tornar uma WAG, a sra fulano em questão deverá gastar toda a grana de seu explorado boleiro, e se vestir bem, não como uma vagabunda. Esta também deverá entender de etiqueta, moda, arte (ou fingir que sim), menos literatura, como a mestra Posh, que disse que nunca leu livros.
Muitas não se dão ao trabalho de se casar (ou fracassam na reta final do plano), mas engravidam e recebem uma bela de uma pensão (ou mais, caso haja mais de um filho) por 18 anos.

Marias Chuteiras famosas



• Daniella Cicarelli – Ronaldo
• Fabiana Andrade - Maradona
• Dulce Maria do RBD – Guillermo Ochoa (ela é mais famosa que ele)
• Adriane Galisteu – Roger Galisteu Secco (idem a de cima)
• Mari Alexandre – Cicinho, Denílson, Juninho Paulista, entre MUITOS outros que passaram pelo São Paulo
• Karina Bacchi – 25 mil elogio$ de Cristiano Ronaldo em Maresias
• Deborah Secco - Roger Galisteu Secco(mesma coisa da Adriane Galisteu)
• Cristina Mortágua - Edmundo e Djair
• Ticiane Pinheiro – Roberto Carlos opksoaskapsaksaposkasoaskaosaks
• Mariana CUpfer – Júlio Baptista e Roberto Carlos
• Viviane Araújo – Ramadés (QUEM???)
• A loira que o Zé Bonitinho pega na Praça é nossa - Marcos
• Susana Werner – Ronaldo e Júlio César
• Edna Velho - Romário
• A japonesa do Amaral
• Qualquer uma que deu para qualquer um dos três Ronaldos
• A guerreira da mulher do Tevez
• Renata Fan – nem é, mas toda guria retardada com um quê de maria chuteira diz que ela dá em cima de todos
• Ellen Pinheiro – Vampeta
• Maryeva Oliveira (Who????) - Diego Cavalieri
• Henri Castelli - Richarlyson
• A paquita Miuxa, Cátia Paganote (QUEM???) – Djair (Hã??? Jogou aonde?)
• Dani Sobreira (assistente do Goo-goo) - Denílson
• Xuxa – Pelé *0*
• Victoria Beckham – David Beckham, mas essa é uma WAG, um patamar acima e muito mais glamuroso do que esse monte de vagabunda
• Cheryl Tweedy – Ashley Cole
• Simone Lambe (é esse sobrenome mesmo) – Ballack
• A gastadora do Steven Gerrard
• Kristen Pazik (QUEM???) - Shevocêhenko
• Aquela gorda feia corajosa que ficava dando em cima do Tevez e do Eduardo Ratinho (nussa!)

Espaço reservado para as maria chuiteiras do Second Life



P.S. Antes que alguem fique magoada. Não tivemos intensão de ofender ninguem e menos ainda menosprezar lindas mulheres que são amantes dos jogadores e do futebol. O artigo é simplesmente uma satira copiada da internet. O video abaixo é uma homenagem a todas as Maria Chuteiras do Second Life ou da vida real.






P.S2. A desciclopedia é uma enciclopédia cheia de desinformações e mentiras grotescas. Essa é a autodefinição da Desciclopédia (desciclo.pedia.ws), paródia do portal Wikipédia (pt.wikipedia.org). No lugar de conhecimento livre e colaborativo, a versão humorística reúne mais de mil verbetes absurdos. O principal foco: escrachar personalidades de maior ou menor escalão.

Assim como na invenção de Jimmy Wales, a paródia utiliza o formato wiki de armazenamento de dados, permitindo modificação de conteúdo por qualquer pessoa. Em vez de corrigir erros, porém, a Desciclopédia encoraja seus usuários a aumentá-los. Ou seja, libera tudo o que é proibido na Wikipédia, inclusive sátiras politicamente incorretas.

Saturday, January 3, 2009

Salas de aula no mundo virtual

Dois artigos reproduzidos abaixo chamaram a minha atenção para a importância e a utilidade do mundo virtual. O primeiro foi publicado no Diário de Pernambuco e o segundo no Correio Braziliense . Leiam os artigos eu volto depois.


Plataformas que simulam a realidade, como o programa Second Life, auxiliam o aprendizado e são cada vez mais utilizadas por professores e alunos
Paloma Oliveto // Do Correio Braziliense publicada no Diário de Pernambuco



Brasília - A aula é sobre Roma antiga. Em vez de apenas ouvir as explanações dos professores, os alunos transportam-se das carteiras direto para a Via Appia. Entram no Coliseu, exploram os fóruns imperiais, conversam com gladiadores. Tudo isso sem sair de casa.

Sala de aula virtual dentro do programa da internet Second Life. Os bonequinhos são representações de alunos de verdade conectados pela web. Programa será testado no Brasil. Foto: Second Life/Reprodução
O que poderia ser apenas ficção científica hoje é possível graças ao mundo virtual. Cada vez mais, plataformas como o Second Life - que permite ao internauta criar um personagem (avatar) e navegar por um universo criado eletronicamente - são usadas como aliadas da educação a distância. Ao contrário dos métodos tradicionais, elas permitem a interação em tempo real. E num ambiente de três dimensões, o que, para especialistas no assunto, é a principal atração dessa tecnologia, já considerada uma revolução na maneira de ensinar.

Os mundos fictícios são uma amostra de como a interação via web pode ser positiva na educação. "Esses ambientes trazem uma sensação de proximidade que dificilmente é obtida por outros métodos a distância. Além disso, oferecem uma série de ferramentas, como chats de texto, de voz, em grupo, e também permitem que as aulas fiquem mais práticas", diz o professor João Mattar, co-autor do livro Second Life e Web 2.0 na Educação.

Para quem não está habituado ao Second Life, a plataforma consiste em um conjunto de ambientes que simula a realidade e funciona 24 horas por dia. Assim que instala o programa em seu computador, o usuário cria um avatar, sua representação naquele meio. Pode- se escolher desde a cor do cabelo ao sexo - quem é homem pode ter um avatar feminino e vice-versa, por exemplo. Personalidade formada, é hora de explorar as possibilidades do novo mundo. Em frações de segundos, é possível sair da Universidade de Oxford, na Inglaterra, para a Praia de Copacabana, no Rio. Os avatares também interagem. É só puxar assunto e esperar pela resposta, que pode ser escrita na tela ou mesmo falada, caso os computadores possuam microfone. Com as teclas do micro, o usuário se movimenta. Anda, sobe escadas e até voa.

Embora criado para o entretenimento, o Second Life, mundo virtual mais difundido na internet, foi aos poucos ganhando vocação para a educação. No Brasil, há duas ilhas, onde diversas instituições de ensino são representadas. O professor João Mattar, porém, acredita que falta explorar melhor as ferramentas que a plataforma oferece. "Por enquanto, a maioria das instituições no Brasil está concentrada na construção de prédios e na propaganda dos cursos. Faltam projetos pedagógicos", acredita. Já nos Estados Unidos, o processo está mais avançado, segundo Nicholas Cop, presidente de uma empresa de consultoria especializada em Web 2.0 e mundo virtual. Ele conta que até a escola de direito de Harvard já dá aulas por meio do Second Life. É possível, por exemplo, simular um tribunal do júri com elementos dignos de filmes hollywoodianos. O mundo virtual permite, ainda, construir maquetes arquitetônicas - e entrar nelas -, objetos de design, modelos de engenharia, moléculas e diversas outras estruturas que facilitam o aprendizado.


Governo federal se prepara para usar plataforma virtual em cursos a distância

Fonte: Paloma Oliveto - Correio Braziliense

Plataformas virtuais, como o Second Life, são cada vez mais usadas na educação. A idéia de educar em mundos virtuais conquistou o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), autarquia da Casa Civil. A partir do próximo ano, o governo federal vai oferecer cursos gratuitos sobre software livre para servidores públicos e interessados no assunto usando uma plataforma semelhante à do Second Life. Há quatro meses, o programa norte-americano é utilizado na fase piloto, que atende 48 mil alunos. Porém, a idéia é construir a ilha do Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento no mundo Open Sim que, ao contrário do Second Life, não cobra pelo uso do espaço e serviços.

“Os mundos virtuais oferecem grandes possibilidades educacionais, porque podemos construir o ambiente mais adequado para determinado público aprender melhor”, defende Djalma Valois Filho, coordenador de operações do ITI e idealizador do projeto. Ele conta que o instituto, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, também vai disponibilizar cursos técnicos de agronomia para pequenos produtores rurais. “Se para o homem do campo o ambiente ideal de aprendizado é uma grande fazenda, com milharal e professores debaixo da árvore, criaremos esse mundo.”

Para Valois, os mundos virtuais não atrapalham os relacionamentos reais. “Na verdade, a tendência é que você amplie suas relações com outras pessoas. Há pesquisas que mostram inclusive que o metaverso ajuda pessoas com dificuldades de se relacionar. É importante lembrar que, por trás de cada avatar, há um ser humano”, diz. Ele afirma ainda que os monitores dos cursos terão acompanhamento psicológico para saber lidar com a realidade virtual.

Face a face

Embora reconheçam as múltiplas possibilidades da educação nos mundos virtuais, os especialistas defendem que a tecnologia deve ser apenas uma ferramenta a mais ou, no máximo, utilizada para cursos já tradicionalmente a distância, como graduações e extensões. Já em relação à educação básica, eles garantem que nada substitui o contato pessoal.

“A educação tem múltiplas funções e uma delas é a socialização. Não basta apenas ensinar conteúdos. A criança vai para escola encontrar outras crianças. Isso nunca vai ser substituído”, diz o especialista em gestão educacional Maurício Garcia, proprietário de uma empresa que cria ambientes virtuais para sistemas de ensino. “O Second Life não poderá substituir uma sala de aula real. Deve ser usado como mais uma ferramenta, para oferecer aulas a pessoas que não podem se deslocar para assistir a uma aula real”, concorda o americano Nicholas Cop, presidente de uma empresa de consultoria internacional especializada no tema.

Autor de um livro sobre educação no Second Life, João Mattos diz que, nos Estados Unidos, as high schools (correspondentes ao ensino médio no Brasil) têm feito experiências mistas, de oferecer aulas presenciais complementadas por atividades virtuais, principalmente na área de ciências. “A aprendizagem vai depender sempre do objetivo, do tipo de curso e do público-alvo. É uma tendência inegável que, independentemente do nível de ensino, as escolas vão começar a utilizar cada vez mais os mundos virtuais”, acredita. A tendência já tem até nome: blended learning (aprendizado misto).

O especialista em novas tecnologias na educação Adauto Soares, que desenvolve uma dissertação de mestrado sobre o Second Life, porém, lembra que ainda deve demorar até os mundos virtuais atingirem um grande público. “A própria internet ainda é elitista. Menos de 10% da população mundial tem acesso. O Second Life é ainda mais restrito. E, ao contrário do que muitos dizem, o desenvolvimento do ensino a distância não é algo barato”, pondera.

Voltei. Então o que você acha? O second life é mesmo uma plataforma do futuro, ou navegador 3D como eu gosto de chamá-lo? Algum leitor já teve aula ou experimentou o meta-verso em atividades educativas? Adoraria saber a opinião de todos vocês. Se desejar dar sua opinião basta fazer um comentário. O próximo artigo traz algumas dicas do Second Life e a minha opinião sobre o futuro do meta-verso.

Thursday, November 20, 2008

Agencias de modelos brasileiras começam a ganhar espaço no Second Life!

Há um tempo atrás não existia agencias brasileiras dentro do Second Life. As meninas que desejavam ser torna modelos tinham que ir atrás de agencias estrangeiras que dificultava mais ainda suas chances por causa do idioma.

Hoje no Second Life o mundo das modelos esta cada vez mais real!Já temos diversas agencias brasileira como, por exemplo, a OLIMPO MODELS, Enigma Model Agency e a Sl Model Agency três grandes e competentes agencias que estão abrindo um leque de possibilidades para as modelos brasileiras criando desfiles e grandes eventos de moda que reuni diversos avatares do Mundo Virtual.

A OLIMPO MODELS e uma das mais famosas possuem um local próprio para a realização de seus concursos, desfiles e eventos de moda!Hoje a agencia tem mais de quatorze modelos bem treinadas e experientes. A OLIMPO MODELS foi de grande importância para o surgimento de grandes TOP MODELS brasileiras dentro do SecondLife.

A Sl Model Agency já realizou dois desfiles de moda e vários concursos. Hoje trabalha apenas com modelos fotográficos realizando catálogos, books, editoriais, revistas e etc. seu casting e composto por dez modelos treinados pelo padrão de moda internacional.

A Enigma Model Agency apesar de ser nova no mercado da moda vem surpreendendo pela sua competência e profissionalismo .já realizou diversos desfiles de moda com uma variedade de modelos que fazem parte da agencia.

Como vocês podem ver o mercado de agencias brasileiras no mundo virtual cresceu muito abrindo muitas possibilidades para aqueles avatares que desejam se tornar modelos vamos continuar assim para que esse mundo ganhe cada vez mais espaço e para que aja uma maior valorização de nossas belezas.

Escrito por Vanessa Knoller.

Sunday, October 26, 2008

Comodidade e qualidade onde quer que você esteja.


Sou amante de vitrines e shoppings em geral...
Adoro fazer compras, mas mesmo quando não vou comprar nada, gosto de ficar olhando as vitrines e observar o que há de novo ... estampas, design, tudo quanto é tipo de produto na verdade. Sou dessas que passa horas pulando de land em land namorando as coisas nas lojas ... e restringe apenas a minha SL, na RL eu também sou assim (hahah...sou um caso perdido).

Contudo uma das coisas que realmente me tiram a paciência e delimitam meu prazer no SL são níveis de lag que alguns lugares concentram. Não tenho ódio mortal do nosso tão conhecido amigo indesejável lag, mas em certos lugares onde a mobilidade é importante a presença dele me mortifica.

E a possibilidade de exercer esse meu hobbie sem ter que passar por esses incômodos, foi o que despertou o meu interesse para o novo sistema de catálogos criado pela AAT tenham me chamado tanto atenção. Afinal, inovações garantam praticidade e comodidade são sempre muito bem vindas, tanto na nossa rl com na nossa SL.

Apresentado a mim pela Anna Avalanche em uma de nossas conversas, o Catálogo AAT pode ser acessado em qualquer lugar dento do metaverso. Ou seja, não é necessário travar guerras contra o lag para poder visualizar os produtos do catalogo e nem utilizar métodos "out-world" (fora do SL) como sites de e-commerce, por exemplo.

O catálogo é distribuído de forma gratuita para todos os residentes interessados (outro ponto interessante, já que alem de poder acessá-lo da minha casa onde o lag é quase 0 não vou precisar pagar nada para poder usufruir dessa comodidade). Contudo, caso seja curiosa como eu, pode vê-los in-worlds na loja da própria Anna Avalanche (in-world).

É interessante mencionar que a idéia do catalogo evoluiu de tal forma a possibilitar uma renda extra, semelhante à Avon. Foram feitas parcerias com algumas revistas, sendo a primeira com a revista Deja Vu. Nesse domingo (26/10/2008) está sendo lançado o catalogo juntamente com a revista.

Essa parceria, vai permitir que a revista Deja Vu AAT seja a primeira revista interativa dentro do Second Life. O leitor vai poder ler os artigos e se gostar de algum produto vai poder comprar na hora! “Pelos comentários que estou recebendo. A idéia já é um sucesso!” nos diz Anna Avalanche.

AA Trade Company, empresa responsável pelo desenvolvimento desse catálogo, é uma empresa in-world do tipo door-to-door (de porta em porta, sendo que no nosso caso de "avatar para avatar" seria mais adequado). Uma das empresas que mais cresce no mundo de vendas diretas, tem como objetivo conectar construtores, scripters e criadores, com avatares talentosos, conforme site oficial.

Nossa ... a quanto tempo não posto nada aqui... estou feliz pelo regresso, e espero que este seja o primeiro de muitos outros.
Agradecimentos especiais a Anna Avalanche, por ter em apresentado esse produto tao interessante e novo no SL.

E, somente para concluir, outras informações e dicas sobre os Catálogos AAT e seus produtos, já foram postadas neste blog e achei interessante deixar aqui um link para as mesmas. Quais quer outras dúvidas poderão ser vistas com a Anna Avalanche, basta enviar um IM (in-world).

x Manuais e tutoriais sobre Second Life grátis na AAT
x Produtos Grátis na AAT












Wednesday, October 8, 2008

Internet pode destruir uma relação?


Publico abaixo, em preto, artigo veiculado pelo portal Terra . O artigo trata do relacionamento humano e quase sempre nesses casos tenta-se denegrir a tecnologia e a internet. Comento abaixo em azul. Qual sua opinião?

A intimidade adquirida entre duas pessoas no mundo virtual pode levar a sentimentos mais fortes e comprometer um namoro?

Com a difusão de conexões cada vez mais rápidas para acesso à Internet, os usuários estão ainda mais assíduos e o mundo virtual fica mais atraente a cada dia. Em ambientes de trabalho os funcionários se comunicam por mensagens instantâneas, pessoas de todo o mundo jogam videogame juntas, parentes que não se vêem há anos retomam contato via email, amigos de colégio marcam encontros em grupos de discussão e, claro, casais se formam a partir do contato online - mas outros casais se separam também, por causa das chamadas "traições virtuais".

A facilidade que um indivíduo tem de encontrar alguém e engatar um relacionamento pode ser bastante prejudicial para um namoro ou um casamento. Das inúmeras possibilidades que a Internet oferece, entre salas de bate-papo, Orkut, MSN, email, uma delas é a chance de você ser quem quiser, falar o que desejar, incorporar um personagem e ter uma vida paralela. Prova disso é o fenômeno Second Life ("segunda vida", em tradução livre para o Português), no qual é possível criar um boneco e circular por diversos cenários (alguns imitando lugares reais) conhecendo pessoas, conversando com elas e até mesmo gastando dinheiro com casa, mobília, ações e eventos patrocinados. "O anonimato e a interatividade é a grande parceria do mundo digital", explica Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos e pesquisador da Universidade de São Paulo.

No entanto, não é possível chamar a Internet de "destruidora de lares" ou acusá-la de ser o motivo de um relacionamento fracassado. "Muitos pesquisadores concordam que a Internet não pode ser responsabilizada pela separação dos casais. Estas uniões certamente já não caminhavam bem e ela foi apenas um meio que facilitou a rápida comunicação entre as pessoas", ressalta Almeida. "Estes indivíduos normalmente já estavam procurando experiências em outros locais, com ou sem sucesso."

Conversas inocentes
Às vezes, a pessoa não procura um novo parceiro, apenas alguém para conversar, um amigo. "Para muitas pessoas, o mundo virtual é a porta de entrada para um mundo de oportunidades e possibilidades, onde há tanto a possibilidade para se fazer amigos, de localizar pessoas, de arranjar um encontro para ir ao cinema, ou até mesmo para encontrar parceiros para sexo casual", enumera o psicólogo. O perigo está na intimidade que se adquire com a pessoa do outro lado do computador, mesmo sem a presença física dela.

Fabiana*, 25 anos, namora há cinco anos mas a relação quase foi abalada devido a uma amizade pela Internet. "No começo do namoro, eu costumava ficar horas nas salas de bate-papo porque já estava acostumada com essa rotina. Gosto de trocar idéias, mas nunca quis me aventurar no cybersexo ou em um affair", conta. No entanto, uma dessas amizades começou a ir mais longe e o namorado reclamou. "Ele achava ruim porque esse amigo começou a fazer parte da minha vida, me mandava presente, me ligava para conversar como se fosse um velho conhecido. Mas não era um velho conhecido, tínhamos nos conhecido há poucos meses". No final, Fabiana acabou se afastando da Internet e das amizades virtuais para não prejudicar seu relacionamento com o namorado.

Almeida conta que são muitos os cônjuges preocupados com o adultério virtual. Essa preocupação pode levar a um estado de vigília que pode ser prejudicial mesmo se a traição não for consumada. Foi o que descobriu Camila*, 24 anos, após vasculhar o histórico de conversas do MSN do seu namorado. Como ele usava o mundo virtual para conhecer garotas antes de namorar com ela, Camila acabou lendo diálogos que gostaria de não ter visto, com insinuações sexuais de ambas as partes. "Aprendi que quem procura, acha", diz. Nessa situação, Thiago de Almeida acredita que "cada caso deve ser analisado com parcimônia para saber se coloca em risco a situação do casamento ou namoro." No exemplo de Camila, como a conversa havia acontecido há mais de um ano e seu namorado há tempos não demonstrava nenhum sinal de amizades virtuais, eles conversaram e a relação continua bem.

Sorte semelhante não teve Carolina*, 30 anos. Há um ano e meio seu marido conheceu uma mulher na Internet e largou tanto ela quanto os dois filhos do casal. "Na verdade, a outra mulher tentou convencê-lo a levar as crianças porque tinha mais condições financeiras de cuidar delas, mas eu não deixei", relembra. Após três meses e 12 quilos mais magra, ela decidiu tentar voltar a uma vida normal com os filhos. "Eles são tudo pra mim, são o que tenho de mais precioso", desabafa.

Publico novamente essa charge do Gepp que ilustra bem essa realidade.



E é preciso muito cuidado no tipo de relação que se estabelece na Internet, porque o romance pode ser virtual mas, se for descoberto ou assumido, como no caso do ex-marido de Carolina, os impactos recaem na vida das pessoas de carne e osso - e quem sofre as conseqüências não são somente o traído e o traidor, mas até mesmo filhos e demais familiares.

Perigos e estímulos
Situações como essas não são difíceis de acontecer. O especialista em relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, explica que as pessoas têm inclinação a evitar contatos que possam causar futuras frustrações e tendem, então, a idealizar o "outro". Dessa forma, depositam essas expectativas no interlocutor do bate-papo virtual que pode, afinal de contas, ser qualquer um que se desejar. "Partilhar experiências e fantasias sexuais no espaço virtual pode ser mais excitante e provocar uma sensação de intimidade maior do que ter uma relação sexual em casa com os nossos parceiros do cotidiano", comenta.

É comum também, no Brasil, usuários do site de relacionamentos Orkut cometerem o chamado "orkuticídio", ou seja, apagarem seus perfis da rede a pedidos do parceiro. É o caso de centenas de internautas, entre eles Tatiana*, 25 anos. A garota mal começou a namorar e logo seus amigos perceberam que o seu perfil não existia mais. "Quando me perguntam a razão de eu ter feito isso, respondo que queria evitar conflitos, apesar de pouco usar o serviço do Orkut", argumenta. Ela é uma dentre muitas pessoas que acreditam que a Internet acaba com a privacidade do casal, como Regina*, 24 anos. "As pessoas tinham preconceito por eu namorar alguém de raça diferente da minha, e até mesmo meus parentes começaram a deixar recados ofensivos na minha página. Tive que apagar tudo e me desligar da rede", conta.

Mas ao mesmo tempo em que o mundo digital pode apresentar-se como ameaça a relacionamentos, ele também aproxima as pessoas. Especialmente pessoas tímidas, que conseguem uma via para expressar seus pensamentos e terem conversas agradáveis, já que podem se expor sem de fato se identificar. Maurício*, 21 anos, gostou da experiência de namorar alguém que conheceu pela web. "No começo rolou uma timidez, mas depois relaxamos", relata. "Foi a primeira vez que namorei alguém que conheci primeiro na net, ficamos seis meses juntos. Valeu a experiência", alegra-se.

* Os nomes foram alterados a pedido dos entrevistados



Toda vez que leio sobre o assunto, já publiquei outros artigos sobre isso , me pergunto se é possível que a internet seja assim tão ruim? Será que o Second Life é um veneno para as relações interpessoais? A impressão que eu tenho é que novas tecnologias são tidas como culpadas por todos os problemas que se possa imaginar. Esse não é um problema da tecnologia ou da internet, mas do ser humano. Das dificuldades que temos em nos relacionar. Será que o telefone celular, a televisão, o avião e outros utensílios modernos que aproximam as pessoas do mundo todo e facilitam a comunicação global e as informações também são ruins para os relacionamentos?

Posso estar enganada, mas acredito que é o ser humano que tem um relacionamento bom e ruim e não cabe culpar a internet ou o telefone. Da mesma maneira que um motorista pode respeitar o transito ou não. A internet e afins são apenas instrumentos modernos que aproximam a pessoas e ao aproximá-las podem causar eventualmente dificuldades no relacionamento. Mas convenhamos, essa dificuldade surge da nossa inabilidade de comunicação e compreensão do próximo. Culpar a internet ou qualquer outro instrumento de comunicação por seus problemas de relacionamentos é infantilidade.

Deixo ao lado uma enquete, mas se desejar fazer um comentário a respeito de suas experiências e opiniões seja bem vindo(a).

Wednesday, September 24, 2008

Second Life Jogo ou Simulador de Vida? Por Ananda Valeeva e Anna Avalanche

Reproduzo abaixo o artigo da minha querida amiga Ananda Valeeva que está fazendo o maior sucesso. É um dos melhores textos sobre comportamento relacionados ao Second Life que já li. O texto foi originalmente postado aqui Acrescento meus comentários em azul na tentativa de compreender esse tema polêmico e intrigante.

Com é um texto polêmico, gostaria muito de saber qual é a opinião dos meus queridos leitores a esse respeito. Para você o Second Life é um jogo ou um Simulador?


Second Life Jogo ou Simulador de Vida? Por Ananda Valeeva ( em preto) e Anna Avalanche (em azul)





Tenho adiado esse assunto, mas acho pertinente abordá-lo agora, ante ao que tenho presenciado e como uma das razões para o encanto que eu via na SL se esvair. Antes dos simuladores de vida que têm se multiplicado na internet, muitos de nós puderam se divertir com The Sims, em nossas inocentes aventuras, que dependiam apenas de nós. Foi um ótimo ensaio para o que viria depois.

Concordo plenamente Ananda acredito que o Second Life seja mesmo um simulador. Nele é possível simular não só comportamento, relacionamentos, negócios. Mas ai vem uma dúvida... Um jogo não é uma simulação também? Quando um garoto joga um vídeo game de automobilismo ele não estaria simulando uma situação real? Quando nós brincávamos de casinha e de Barbie não estávamos simulando a vida de uma dona de casa?

Não sou dona da verdade e cada um tem sua opinião, mas fica muito claro até mesmo na página oficial da Linden Labs, a criadora do Second Life (o próprio nome traduzido quer dizer, Segunda Vida), que isso não é um jogo, mas um “simulador de vida, de sonhos, criado e imaginado por seus usuários”. Second Life é uma “vida paralela”, uma segunda vida além da vida “principal”, “real”.



Por gostar muito de animais lembro-me de uma reportagem em que o leãozinho brincava de atacar e o narrador descreveu essa brincadeira como uma atividade lúdica que na verdade ajudaria no aprendizado quando ele tiver que caçar para sobreviver. Acho que os jogos são também uma maneira de simular a realidade. E se pararmos para pensar à medida que a internet, vídeo games e a informática se tornou popular cada vez mais os jogos se parecem com a realidade. Quem não se lembra das restrições a jogos violentos de vídeo game, justamente por serem tão cruelmente reais. Contudo é verdade que alguns jogos simulam pouco ou quase nada de uma situação real.

Não somos apenas uma representação em pixels, nem bonequinhos, como tantos teimam em afirmar. Afinal, sem o nosso controle não haveria interação e nada do que acontece na SL. Jogo? Quais sãos as metas, objetivos, adversários a superar, enfim?

Há algum tempo atrás postei vídeos produzidos pela BBC de Londres justamente sobre isso. Os vídeos relatam a vida de dois casais que se conheceram no Second Life. Um casal acabou confundindo simulação com realidade e o outro soube utilizar a simulação apenas como uma ferramenta para fazer sua Real Life melhor. Talvez seja justamente esse o problema tanto com jogos violentos como com simuladores. Esse tema é muito interessante e recentemente produzi um poema erótico cômico de um amigo (vencedor do London School of Journalism), que caricatamente relata esse tipo de relação e deve sair na próxima edição da revista Deja vu.

O ambiente virtual em 3D simula em muitos aspectos a nossa vida real e para cada um que cria seu avatar a SL pode ser um jogo (se você gosta de RPG e outros jogos que acontecem dentro da SL), um mero simulador, comércio virtual ou uma rede social. O maior atrativo é poder simular a vida real online que une plataformas como Orkut, YouTube e MySpace, tudo em um único espaço, que torna a experiência fascinante.

Aqui no blog já tratamos desse tema diversas vezes outro artigo que postei a algum tempo muitíssimo interessante para quem quer se aprofundar no tema foi uma entrevista com nada mais nada menos que Jaron Lanier um dos precursores da realidade virtual . Gosto especialmente de um comentário dele a respeito do comportamento das pessoas na internet. Jaron afirma que o Second Life passou a funcionar como uma ferramenta para reforçar a moralidade na internet. “As pessoas são melhores nesse programa do que em outras situações do mundo virtual. No Orkut, no MySpace, os usuários são muito maus, porque é fácil criar perfis falsos. Mas no Second Life o desenvolvimento do avatar requer esforços e, se você criar um personagem ruim, estará fazendo um mau investimento”, acredita o especialista. Gosto de pensar sempre positivamente.

Sinceramente, não tenho essa visão maniqueísta. Maniqueísta é uma forma de pensar simplista em que o mundo é visto como que dividido em dois: o do Bem e o do Mal. A simplificação é uma forma primária do pensamento que reduz os fenômenos humanos a uma relação de causa e efeito, certo e errado, isso ou aquilo, é ou não é.

A simplificação é entendida como forma deficiente de pensar, nasce da intolerância ou desconhecimento em relação à verdade do outro e da pressa de entender e reagir ao que lhe apresenta como complexo. "A pressa de saber obstrui o campo da curiosidade e liquida a investigação em muito pouco tempo" (W. Zusman - A terra sob o poder de Mani). A pressa não é só inimiga da perfeição, é também inimiga do diálogo, do pensamento mais elaborado, sobretudo, filosófico e científico.

O mundo é muito mais complexo e existem muitas pessoas boas. Apesar disso não acredito que todos são inteiramente bons como também não acredito que existam aqueles inteiramente maus (exceção feita aos psicopatas, que de qualquer forma possuem integridade mental questionável).

Ainda que Second Life seja o mais bem sucedido dos simuladores de vida, é possível encontrar na rede outras opções como: Smallworlds, Popmundo e Kaneva. Esses são fatos e observações lógicas sobre o que é Second Life e simuladores de vida. E então, proponho a discussão sobre essa Utopia sonhada por tantos em viver uma vida perfeita, mas que repete apenas a nossa ínfima e caduca idéia desse “admirável mundo novo” e que a maioria leva para dentro do metaverso, nos vícios e situações mal resolvidas encontradas em nosso mundo real. Paradoxalmente, esse “mundo de maravilhas”, como Alice encontrou sua Wonderland está repleto de cópias simuladas pela mesmice das famílias, das tentações de cada um em repetir o que lhe é familiar. Qual é o conforto e segurança em “brincar de casinha” na SL? É um JOGO? Jogar com os sentimentos alheios, com a vida e expectativas do outro é divertido? Brincar de AMAR um avatar/pessoa por semana faz bem ao ego? São algumas das inúmeras questões que teimam em surgir durante minhas reflexões.



Independente de se criticar e questionar algumas “atitudes” no Second Life ou na Real Life. Pensando positivamente, acho que às experiências virtuais enriquecem a vida real e inclusive, são por princípio, menos nocivas e perniciosas que um relacionamento real. Tirando evidentemente os muito crédulos e as crianças não posso acreditar que o grau de confiança seja o mesmo em ambas as realidades. Uma pessoa mal intencionada que mente e engana na vida real vai causar muito mais dor e sofrimentos que uma restrita ao Second Life.

Tenho grande preocupação quando sei de pessoas que abandonam literalmente sua vida real com maridos e esposas reais e filhos de verdade, para viverem essa fantasia, que tende à esquizofrenia. Penso em quantos personagens estas PESSOAS e não bonequinhos precisam criar para serem felizes? Sinto que os valores estão deturpados e uma de minhas maiores preocupações está em entender o que um adulto ou um adolescente ou criança (isso é muito sério, pois nem poderiam estar na SL), busca em se travestir de avatar criança e falar como se fosse um deficiente cerebral? (nem uma criança de verdade fala como muitos que vejo). E essa questão é extremamente delicada, pois pode estimular no doente, algo que abomino, como a pedofilia. Isso é muito sério e muitos ainda não entendem.

Publico novamente essa charge do Gepp que ilustra bem essa realidade.



Na minha experiência as pessoas buscam satisfação pessoal, experiência e aprendizado. O problema é que ao buscar seus interesses podem estar ferindo e magoando outros sentimentos. Mas isso também não é verdade na vida real? Alias, acho que na vida real a ferida é muito mais profunda. Sejamos realistas, excluindo as crianças, adultos sabem perfeitamente que quando se relacionam em um mundo virtual estão expostos a um maior grau de caos e variações da realidade. Não seria justamente esse o objetivo de se utilizar um simulador? A idéia é simples! Se cada um de nós utilizarmos o simulador para testar opções para a vida real por menor que sejam essas simulações imaginem o que não fazem milhões de pequenas simulações? Afinal são milhões de usuários, não são? Simulações que estariam muitas vezes fora de qualquer opção na vida real. Para utilizar um exemplo extremo, viver como um mendigo e sentir suas dificuldades!

Concordo Ananda, a criança não deveria estar mesmo no Second Life e por uma razão muito simples não tem capacidade de diferenciar a realidade de uma fantasia, de uma simulação ou de um sonho. Se bem que alguns adultos também têm dificuldade em diferenciar a realidade da fantasia.

Querem simular uma segunda vida? Certo, maravilha, mas qual alegria existe em simular nesse “novo mundo” as mesmas farsas e vícios de nosso velho e deficiente mundo? É incrível como na SL tudo se potencializa e os defeitos encontram múltiplas facilidades sob o manto do anonimato.

Não existe alegria alguma, mas no fundo o que se deseja é apreender com as mais diversas situações que se encontram no nosso dia a dia. Talvez estejamos inconscientemente preocupadas em solucionar problemas do dia a dia que acabamos por simular os mesmos problemas vividos na vida real. Os sonhos são exatamente isso uma simulação dentro de nós. De qualquer forma só é possível simular um relacionamento a partir de uma realidade já conhecida. Hoje em dia as mulheres se dividem entre a profissão e os cuidados com a família (filhos, marido, etc...). Esse sentimento que nos aflige poderia ser simulado no Second Life e ajudar a solucionar a ansiedade futura? O homem que tem dúvidas quanto a aceitar o compromisso de casar poderia solucioná-las com a ajuda de um simulador? Enfim será que agindo assim não poderia causar alguma magoa real em alguém? Em principio sim, mas como adultos que somos quero crer que a magoa será muito menor do que a dúvida e o “não” na frente do altar... Ou pior, o abandono dos filhos pequenos na primeira briga do casal.

Sou extremamente positiva e acredito em um mundo maravilhoso e por estar de bem com a vida é que adoraria encontrar mais caráter, boa índole, boas ações e ações pró-ativas na SL. Afinal, somos nós que criamos esse mundo virtual e isso deveria ser tão melhor.


Tenho sido extremamente feliz nesse aspecto nos meus quase dois anos de Second Life. Vivenciei muitas ações e situações pró-ativas e criativas. Conheci pessoas maravilhosas. Tenho a satisfação de ter conhecido pessoas do mundo todo e muito mais pessoas de caráter, boa índole. Nesse aspecto acredito que o Second Life tem muito mais pessoas normais e de boa índole. Acredito que as pessoas em sua essência são boas. Pessoas com pouco caráter têm menos espaço para fazer maldades dentro do Second Life. Em minha opinião as possibilidades de se cometer algum golpe ou malvadeza são muito menores no Second Life que na vida real. Querer comparar ambas as realidades é desconsiderar que na vida real se pode torturar fisicamente e até matar. Mesmo psicologicamente, o fato de se estar protegida a distancia faz uma diferença enorme. O maior trauma psicológico é saber que a ameaça pode se tornar real. No Second Life basta desligar o computador.

Alias, publiquei um
texto maravilhoso sobre autismo de autoria de Brett Stand que trata exatamente disso. Segundo Brett existem graus variados de autismo e algumas pessoas até consideradas normais que tem certa fobia por contato físico poderiam sofrer desse problema. Segundo ele o autismo é a desordem global do desenvolvimento neurológico que mais cresce nos EUA.

Infelizmente o texto está em inglês, mas segundo
wikipedia autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento. Muitas das pessoas que sofrem de autismo vivem em um "mundo" à parte, interagindo com coisas que eles imaginam. É como se criassem o seu próprio mundo.

De acordo com Brett, uma dessas pessoas maravilhosas que tive o privilégio de conhecer, e que tem um filho autista, o Second Life contribui para socializar. Ananda pensando agora nisso, e em todas as oportunidades e experiências que as pessoas com alguma deficiência têm no Second Life que seria impossível na vida real. Surdos, paraplégicos e outros. Dentre as pessoas maravilhosas que conheci no Second Life uma me deixa com lagrima nos olhos toda vez que penso nela. Ela tinha câncer e os médicos haviam dado poucos meses de vida e graças ao “mundo maravilhoso” do Second Life ela sobreviveu muito além do que os médicos haviam predito com muito mais qualidade de vida.


SL é um simulador de vida e poderia ser maravilhosa se tentássemos usá-la como ensaio e escola para vivermos uma vida real cada vez melhor. Em lugar de dizer eu te amo em chat aberto, em declarações irreais para alguém que acabou de conhecer, por que não dedicar essa energia e carinho em fazer da vida real mais feliz, declarar ou resgatar seu amor a quem está ao seu lado? A fragilidade dos sentimentos e como são descartáveis na SL é chocante.

Concordo Ananda, mas se esse “eu te amo” fake em chat aberto melhorar a auto-estima? Será de todo ruim? Quanto aos relacionamentos no Second Life eu diria que existem realidade e sentimentos reais por de trás de um avatar. Um relacionamento no Second Life não é tão simples por que sua alma, sentimento e pensamentos estão conectando a vida real à vida virtual. Contudo a simulação permite experimentar e testar diferentes situações. Se o sentimento for verdadeiro podemos estar traindo alguém na vida real. O mais grave é estar traindo seus próprios sentimentos. Você pode se sentir confusa, frustrada e magoada. Fazer amor por fazer não tem graça tem que ter sentimentos. O maior perigo e se machucar justamente por brincar com seus próprios sentimentos. E olha, não adianta colocar a culpa nos outros depois. Foi você mesma que quis se envolver que não se preparou psicologicamente para essa simulação de vida. No mundo virtual controlamos um avatar com sentimentos reais e mesmo sem ver podemos sentir. Já dizia o ditado amor é cego... O coração é quem dita o amor. Não é necessário ver, basta sentir. O Second Life é uma ótima oportunidade para vivenciar experiências que jamais teria na vida real e isso pode ajudar seu autoconhecimento, em suas decisões reais e reduzir o stress do dia a dia.

Vida não é brinquedo para se jogar e há sentimentos em quem controla os tais “bonequinhos” e não me refiro apenas aos sentimentos românticos, mas também à frustração de quem monta um negócio e é lesado, de quem é traído por um amigo ou pai, mãe, irmão postiço de SL… Jogo… sim, a SL tem jogo de RPG, Arcade, Pescaria, tudo como parte do que pode tornar essa segunda vida mais divertida. Mas, gente não é boneco, gente não é pixel, nem merece ter seus sentimentos descartáveis. Enquanto tantos considerarem a SL um jogo e não entenderem que é simulador de vida. Muitos serão magoados.

Amor, caráter e amizade são muito diferentes dos absurdos que cometem na SL em nome da diversão ou descarregar frustrações a qualquer custo. Simular uma vida de sonhos é uma delícia, mas que isso não se torne algo destrutivo e sádico, que tem causado sérios estragos a muita gente.

Acabamos exagerando e exacerbando os sentimentos negativos e as pequenas frustrações do dia a dia. Basta ver os documentários em qualquer tele jornal. O ser humano parece ficar hipnotizado para ver noticias pessimistas. Quem sabe não seria justamente uma maneira de dizermos para nós mesmas: “ ainda bem que isso não aconteceu com a minha família”, como alivio para os pequenos insignificantes problemas do dia a dia. A vida pra mim é isso, dificuldades, pequenos tropeços e desafios... Novas experiências. Sem isso a vida perde a graça. Sem essas dificuldades não crescemos como seres humanos. Aliás, tenho pra mim que o ser humano é viciado em novas experiências e dificuldades. Situações difíceis, desafios, competições são ao mesmo tempo um remédio e um estimulante. Não é por isso que existem tantos esportes competitivos, de olimpíadas, futebol e jogos de vídeo games? Jogo fácil e sem graça tem poucos adeptos... Existem ligas de futebol, federações de enxadristas, mas desconheço alguma entidade ou competição de “jogo da velha”. Não seria justamente por ser um jogo chato e sem graça? Enfim, será que todo aquele drama por uma traição do nosso “namoradinho virtual” não seria apenas uma carência afetiva externada?

Segundo Lanier, não se trata de qual vida você gasta mais tempo, mas sim quão significativo é o tempo que dedica a cada uma delas. Se a imersão no mundo virtual é prazerosa e qualificada continue e seja feliz, e se não for, é melhor não fazer o login. Essa é a minha sugestão.

Para finalizar inclui também algumas frases e comentários excelentes tirados do artigo original. Esses textos ilustram bem a minha opinião.

Concordo com a MaryAnnaArchitect Barcelona
“No Second Life ensaio coisas que quero e tento aplicar na minha primeira vida. Onde aprendo mais sobre minha profissão e sobre mim mesma. Exercito minha criatividade inventando coisas… Fazendo de tudo isso uma experiência válida, não deixando que o tempo no Second Life se torne um tempo perdido na minha Real Life.”

Penso assim também zeronight Wilber
“para quem leu Brave New World de Aldous Huxley sabe que essa utopia nem é saudável, e podemos citar personalidades que tentaram tornar o mundo “perfeito”. Em Admirável Mundo novo era quase um crime ser gordo, velho e feio, cometer erros, ter uma crença ou religião, enfim ser humano.”

“O importante é cada um tentar viver seu Second Life da melhor maneira possível, e aceitar as diferenças. Tomar um pé na bunda não é coisa rara e acontece desde que o mundo é mundo, resta cada um saber lidar com isso. Portanto, quem chega no Second Life cheio de ilusões, achando que encontrou um mundo perfeito, pode escrever aí que vai se decepcionar pesado “

É exatamente isso Marcos
“A Second Life não tem meta alguma, vc faz o que quer ou não faz nada se quiser também. Todos nós sabemos que uma “vida” sem objetivos é uma vida perdida”

Perfeito Thereaver Barrymore, nada mais a dizer.

“Enfim .. Cada um tem aquilo que se permite …”
“Second Life pra mim não é jogo, nem simulador de vida, mas uma ponte pra primeira”

Fiquei surpresa com seu comentário Colete Jacobus. Excelente!!!!
“Parece haver um aspecto a ser acrescentado: independentemente de tratar-se de um jogo ou simulador da realidade (isso não importa tanto), a Second Life explicita para todos nós algo que os pensadores pós-modernos já discutiram: a essa altura dos acontecimentos não há como se sustentar mais a “suposta” unidade do sujeito. A mudança cultural que estamos protagonizando através da virtualidade mediada pela tecnologia digital inevitavelmente nos levará a implodir a crença neste “indivíduo psicológico”, ou seja, esta invenção do iluminismo e do romantismo. Evidentemente isso não será feito sem dor ou sofrimento porque a crença neste EU integrado e uno nos proporcionou algumas pérolas de nossa civilização, como o mito do amor romântico, por exemplo, que tanto consolo e prazer nos trouxe. A possibilidade que a Second Life oferece de podermos estar apaixonados hoje por um avatar e amanhã por outro é a banalização em ritmo frenético deste mito e aponta para a fragilidade e esgotamento de toda esta economia simbólica fundada no vínculo da sexualidade, do desejo com uma forma de afeto específica e mítica – o amor romântico – e tudo isso ao casamento monogâmico. Buscar aqui qualquer forma de “consolo existencial virtual” para esta mudança que não só é inevitável, mas já se encontra em curso, parece-me fatal. A Second Life tem um lado transgressor encantador que é a possibilidade de lidarmos mais concretamente com a alteridade e fazermos de nós próprios um “outro”. Agora, temos de saber que isso é o mesmo que brincar com fogo!”

É isso ai Alyne Dagger
“A cabeça de cada um tem que ser o seu guia.”

Mais uma vez concordo plenamente com suas palavras Ananda Valeeva
“Há infinitas possibilidades que não dependem de se relacionar, casar, namorar, para ser feliz em uma segunda vida (nem na primeira, por sinal). A Second Life e a Real Life proporcionam muita satisfação intelectual e criativa, para quem as busca.”

De fato CarolineDarwin Baxton
“O Second Life tem me ajudado muito no meu autoconhecimento! Consegui despertar qualidades que nem pensei que tivesse! Aplico muito do que aprendi no Second Life na minha Real Life. Acredito que essa possa ser uma das melhores formas do Second Life fazer parte de nossas vidas!”

Monday, September 1, 2008

Exploração descarada


Eu mandei meu currículum vitae de modelo para uma conhecida agência brasileira de modelos no SL e em seguida o dono da mesma entrou em contato comigo.

Desde que me graduei, tirei muitas fotos para portfolio com o mesmo shape, diferentes skins, cabelos, roupas, ou seja, tenho todos os tipos de fotos para portfolio (Book), sendo completamente desnecessário a esta altura refazê-lo, já que o tenho mantido constantemente atualizado.

Muito bem.

A informação que o dono da Agência me passou foi a de que as minhas fotografias de nada serviam para aquela Agência e eu, se quisesse ingressar nela, além de ter de pagar 150 lindens, teria de pagar 1500 lindens para fazer meu Book.

Ao menos ele me dispensou do curso obrigatório, pois sabia que eu já havia me formado como modelo e tenho experiência profissional em passarela e fotos.

O que está errado?
1 - Cobrar para entrar na Agência.
Já passei por 4 Agências Internacionais e nenhuma cobrou o ingresso. Absurdo!

2 - No meu caso, se eu já tenho fotos, é completamente desnecessário o novo Book e, se for exigência deles que se siga o padrão, então eles que forneçam de graça, pois eu já tenho fotos o suficiente e foi por causa destas mesas fotos que ele se interessou por mim. Ou seja, elas são boas. Tenho certeza disso.

Se alguém estiver iniciando a carreira e não tem ainda um portfólio, tudo bem. Precisa de qualquer maneira.

Não era o meu caso.

Isso se chama exploração. Não há outro nome.

Não é incomum modelos no sl serem exploradas e eu estou escrevendo porque é muito triste constatar que brasileiros fazem isso de forma tão descarada.

Se você for uma aspirante a modelo, não aceite pagar para trabalhar - ou seja - não aceite pagar para entrar na Agência. Isso não está certo. E quando for fazer um portfólio (book) procure um profissional de renome, um fotógrafo que saiba o que está fazendo porque são estas fotos que a levarão para dentro das melhores Agências.

Não aceite exploração e saiba reconhecer quando estiver sendo explorada.

Ps.: Ficar chamando os amigos para festa (mandando TP para todos) não é papel de modelo.

Se alguém contrata você como modelo e depois pedir que você faça isso, é uma forma de exploração ou desvirtuamento de função. Fique ligada! Modelo não é RP!

Dúvidas? Podem falar comigo.

Abraços da Lucille Morigi.

Wednesday, August 27, 2008

Raposa Serra do Sol – Questão de Índio? II

Inacreditavelmente e Infelizmente o vídeo saiu do ar. Acho que as verdades existentes nas imagens são muito perigosas!!! Segue copia abaixo.

Raposa Serra do Sol – Questão de Índio?

O Supremo começa a decidir hoje a espinhosa questão de Raposa Serra do Sol. Fiz um clipping a respeito do assunto no blog do Reinaldo Azevedo abaixo. Acredito que a questão em julgamento, já deveria a muito estar decidida. Afinal o Brasil foi descoberto pelos portugueses a mais de 500 anos.

Acredito que os índios queiram a modernidade e usufruam dela. Mas o mais importante é definir se queremos viver como há 500 anos ou não. Imaginem que atualmente com realidade virtual e tudo, existem aqueles que defendem a existência de brasileiros vivendo em malocas. Índios também são brasileiros e merecem viver em casas! Além disso, como garantir um futuro para população brasileira?

A questão parece simples, mas é extremamente complexa, sem falar de polêmica. O que está em jogo é qual o direito que a constituição garante para índios, negros, brancos, mestiços, em fim a todos os brasileiros. Querido leitor convido você a ler sobre o assunto, refletir e expressar sua opinião.

Abaixo texto e vídeo transcritos do blog do Reinaldo Azevedo. Um pouco de “Real Life” dentro do Second Life! Beijos e boa reflexão. Deus abençoe o Supremo para que julgue com sabedoria.




É bom que nos lembremos sempre: o que está na origem da pendenga é a tentativa do governo e de ONGs, que representam a minoria dos índios que vivem na área, de expulsar da região arrozeiros que ocupam não mais do que 0,7% de incríveis 1,7 milhão de hectares. No que é uma estreita faixa de terra, dado o conjunto, produzem quase 160 mil toneladas de arroz. Ainda que se mantenha a demarcação contínua de Raposa Serra do Sol, por que eles têm de sair?

Alguém poderia se apressar e responder: “Porque a terra é dos índios”. A rigor, toda a terra brasileira é. Aquele pedaço de Roraima pertence, CONSTITUCIONALMENE, à União. Quem definiu que se deveria estabelecer ali uma reserva contínua não foi a natureza, mas a política.

É uma política obviamente errada porque responde com uma mistificação à realidade: da forma como foi demarcada a reserva, até parece que os poucos milhares de índios que ali vivem — algo entre 12 mil e 17 mil, ninguém sabe — são nômades e não-aculturados. E isso é obviamente falso. Há índios pecuaristas; há índios universitários; há índios que trabalham nas fazendas de arroz; há índios operários; há índios agricultores; há índios casados com brancas, mestiças e negras; há índias casadas com brancos, mestiços e negros; há índios católicos; há índios evangélicos...
Estamos falando de um pedaço do Brasil que é... um pedaço do Brasil (!!!), não um experimento perturbado de alguns Rousseaus de si mesmos espalhados na reserva.

No dia 4 de agosto, escrevi o texto que segue abaixo, em azul. Acho que estão postas aí as linhas gerais do que está em debate. Publiquei também o vídeo que está lá no alto, que demonstra como é que o estado de direito foi filtrado e corrompido pela militância política em Roraima.

Até aí, nenhuma novidade. Vale a pena ver o vídeo todo para ressaltar o ridículo de Tarso Genro e de seus homens de preto. Mas uma passagem, em especial, merece ser apreciada: a invasão da Fazenda Canadá, a partir de 6min31s. Os agentes chegam, e se trava, então, o seguinte diálogo:

PROPRIETARIO – Tem mandado judicial?
POLICIAL – Negativo.
PROPRIETÁRIO – Não tem mandado judicial?
POLICIAL – Não temos mandado judicial.
PROPRIETÁRIO – Então eu não vou permitir vocês entrarem sem mandado judicial.
POLICIAL – Então nós vamos entrar à força.
PROPRIETÁRIO – Perfeitamente.
POLICIAL – Como está sendo feito em outras propriedades também.
SEGUNDO POLICIAL – O sr. pode esclarecer como o sr. vai resistir a isso?
PROPRIETÁRIO – Posso, posso, eu vou resistir...
SEGUNDO POLICIAL – Como?
PROPRIETÁRIO – Eu vou resistir dentro da legalidade, na Justiça.
SEGUNDO POLICIAL – O sr. vai resistir de alguma outra forma?
PROPRIETÁRIO – Eu vou resistir dentro da legalidade, na Justiça.
SEGUNDO POLICIAL – Ok. Tudo bem.
E os meganhas cortam o cadeado e invadem a fazenda. Sem mandado judicial.

O diálogo acima é por demais eloqüente. Dispensa grandes considerações Observem, se vocês quiserem um motivo adicional para indignação, que, mesmo depois de o proprietário ter deixado claro que vai resistir na Justiça, há uma espécie de provocação, tentando induzi-lo a dizer algo que caracterize resistência ativa à ação policial — o que, certamente, levaria a PF a fazer o que fez com outro fazendeiro: meter-lhe algemas nos braços.

Este é o estado policial de Tarso Genro. Como vocês bem sabem, a questão tramitava e tramita na Justiça, e os agentes federais jamais poderiam ter invadido uma propriedade sem mandado judicial. Como? “Não é propriedade”? “É tudo dos índios”? A questão, reitero, está sub judice. É mais um abuso de autoridade patrocinado pelo ministro da Justiça.

Thursday, August 14, 2008

Atração Felina

Na RL, eu sou fã de anime e mangas, então quando comecei entrar no SL e vi pessoas com orelhinhas e rabinhos, isso já não era uma novidade tão nova assim para mim. Mas creio que para muitos, isso é algo nunca antes pensado.

Nekos, como são comumente denominados, em se tratando do SL, são pessoa que se permitem viver em outro universo, tão complexo e grande quanto o nosso “normal”. No literal, a palavra “neko” significa “gato”em japonês.

Conversando com Nikita Fride, dona e designer da loja Nikita Fride Design, descobri que a fascinação que muitos tem por felinos remota séculos e séculos passados, e que muitas são as lendas e historias envolvendo gatos e seus admiradores. Gostaria de poder citar aqui todas, mas optei por deixar aqui o link de uma página que trata sobre as lendas e mitos, dentre outros que envolvem gatos.

x O gato na história.
http://port.pravda.ru/culture/2004/02/22/4438.html

Uma pergunta que sempre me vem a cabeça quando vejo nekos no SL, é o porque eles optaram por viver nesse universo. Para Nikita Fride, uma neko assumida no SL, alem da ligação forte que a mesma tem com os felinos, ela acredita que seja o mistério que sempre envolveu a figura felina que atrai bastante as pessoas, e “quem sabe não é esse ar misterioso que os adepto a serem Nekos não querem passar?”.

Algumas pessoas adotam o estilo neko tão somente como ama tendência de moda, algo interessante mas que pode ser substituído seguindo as novas tendências. Strelhinha Allen, e sua sócia Tyxa Freschi, donas da loja Strelhinha, podem ser consideradas um exemplo disso. “Até fizemos algumas coisas no começo mais mudamos”, me disse Strelhinha, que tem os produtos de sua loja voltados ao nosso Brasil, com praia, calor, sol e carnaval, dentre outros, disponibilizando biquínis, tatuagens dentre outros.

Strelhinha e Tyxa, não são nekos assumidas no SL, mas gostam do estilo e acham que “que o SL dá uma liberdade muito grande para podermos criar roupas menos convencionais”, tais como as de neko.

E já que falamos dos produtos da loja Strelhinha, falemos também dos produtos disponíveis na loja Nikita Fride Desing, a qual tem seu principal foco os Nekos, dispondo por isso uma vasta coleção de skins para neko.

Para encerrar essa matéria, vou deixar aqui um texto que a Nikita escreveu para mim, simbolizando o que é ser um neko na visão de um neko. Achei divino!!

Tenho o olhar atento e penetrante, movimentos calmos e pensamentos rápidos, ágil no escuro e muitas vezes com atitudes imprevisíveis, mas verdadeiros. Sentidos aguçados e personalidade forte, mas sou dócil com os amigos, quero sempre vê-los sorrindo e protegidos. Porém fico extremamente em alerta com estranhos, necessito observá-los antes. A curiosidade pode me matar, mas não tenho medo, prefiro saber o que tem do outro lado. Sou assim... como um felino, brincalhona ou agressiva, esperta ou preguiçosa, carinhosa ou selvagem... tudo depende de como você olha para um gato, ou para uma mulher gato.Nikita Fride.

Agradecimentos especiais a:

- Nikita Fride, dona da loja Nikita Fride Design.
- Strelhinha Allen e Tyxa Freschi, da loja Strelhinha.





░ ░ •. Olimpo Mall .• ░ ░
━━━━━━━━━━━━━━━★
O point da galera quente do SL!!
http://slurl.com/secondlife/Sailor/82/188/23

Inovar é preciso!
Não perca mais seu tempo, e comece inovando aqui na Olimpo, onde seus sonhos se realizam. Venha agora tornar-se um lojista de sucesso, aqui na Olimpo Mall!!


✲:: Contato:
»• Siane Myoo, Gerente de Marketing ★ sianemyoo@gmail.com ou IM (in-world SL)
»• Adrian Simms, Owner ★ djwas@hotmail.com ou IM (in-world SL)
»• Asheley Homewood, Owner ★ asheleyhomewood@hotmail.com ou IM (in-world SL)
━━━━━━━━━━━━━━★

Saturday, August 2, 2008

Sensualidade Feminina x Casualidade Masculina

Nas minhas voltas pelo SL, vi que para mulheres existe uma imensa gama de variedade de estilos de roupas, cabelos, maquiagens dentre outros. Contudo, para homens eu não consegui ver a mesma variedade. Na RL é da mesma forma, enquanto os homens permanecem em geral dentro do estilo casual (claro que existem exceções... mas são poucas), as mulheres viajam em estilos, formas, cores e conceitos.

Tiro como exemplo disso, o gosto por roupas sensuais.
A grande maioria das mulheres, eu inclusive, adoram roupas um pouco mais decotada e/ou curtinhas, sem falar nas roupas de látex, mas o mesmo sucesso não se repete entre os homens. Pude ver que a maioria dos homens no SL se vestem de forma casual/esporte/surf, mas nada que se possa chamar de sensual.
“Toda mulher gosta de se sentir sensual, ainda mais aqui no SL onde todos sao bonitos e buscam a beleza”, nos diz Poul Coley, sócio da loja Pimenta Latina.

A loja Pimenta Latina, atende bem a esse anseio que nós mulheres temos de nos sentir bonitas e sensuais. Na loja você encontra shorts curtinhos, conjuntos em látex, botas em estilos diferentes e bonitos, afinal como diz Poul, “a Pimenta Latina está ai para atender às mulheres que buscam ser sensuais, sem sair da moda ou vulgares”.
Ao lado da loja Pimenta Latina, temos a loja Glamour, especializada em roupas masculinhas. E esta reflete bem o que eu disse no inicio desse artigo. Lá encontramos roupas masculinas no estilo casual, mas “sempre modernas e elegantes” comenta Glacci Bing, dona da loja Glamour.

Confesso que as roupas com um toque mais sensual para homens que já vi aqui no SL, são um pouco esquisitas na minha concepção de “esquisito, estranho, não condizente e por ai vai”, e por isso ate entendo essa preferência geral dos homens pelo casual, ou pelo mais normal.

Gostaria de agradecer a colaboração do Poul Coley, dono da Loja Pimenta Latina em sociedade com Carmem Collas, e a Glacci Bing dona da loja Glamour.


┏━┓
┃✿┃░ ░ •. Olimpo Mall .• ░ ░
┗━┻━━━━━━━━━━━━━━━★
O novo point da galera quente do SL!!
★http://slurl.com/secondlife/Sailor/82/188/23

Inovar é preciso!
Não perca mais seu tempo, e comece inovando aqui na Olimpo, onde seus sonhos se realizam. Venha agora tornar-se um lojista de sucesso, aqui na Olimpo Mall!!

✲:: Contato:
»• Siane Myoo, Gerente de Marketing ★ sianemyoo@gmail.com ou IM (in-world SL)
»• Adrian Simms, Owner Olimpo★ djwas@hotmail.com ou IM (in-world SL)
»• Asheley Homewood, Owner Olimpo ★ asheleyhomewood@hotmail.com ou IM (in-world SL)
━━━━━━━━━━━━━━━━━━━★

Monday, July 14, 2008

YOU KNOW I'M NO GOOD

@ Cuba

SKIN: MMS- light gen4
CABELO: Maitreya- Loelle
BLUSA: Emery
CALÇA: Armidi
ÓCULOS: Emery
CINTO: Emery
BOLSA: B@re Rose
BOTAS: Armidi Gisaci


Em tempo, o assunto que nossa querida Siane trouxe no post infra, penso que é um assunto já cediço e que não comporta mais discussão. Moda/ser fashion é PERSONALIDADE e ESTILO.

Aproveitando o ensejo, venho fazer um apelo aos nossos leitores, por favor não estimule o consumo de produtos PIRATAS, temos que dar valor sim, à estilistas criativos que passam boa parte de seu tempo 'bolando' uma nova coleção para satisfazer, nós amantes da moda.
Por favor, denunciem os "criadores", que tão somente são pessoas com desvio de caráter, que estão cometendo furtos e que utilizam de um artifício para clonar peças já existentes e as modificam para revendê-las (UM ABSURDO). Apesar do SL ainda ser uma "terra sem lei" temos que fazer a nossa parte.

Bjusss.

Friday, June 20, 2008

Relacionementos para além do Metaverso


Bem, há muito não escrevo aos nossos queridos leitores da Dejávu, mas, hoje,vim com uma prévia do nosso próximo papo aqui no blog.

RELACIONAMENTO SL

Seja ele de amizade ou romance, qual a influência que têm os relacionamentos em nossa RL?

Falarei um pouco de como alguns relacionamentos aqui, começam e terminam num piscar de olhos, e como muitos outros acabam tomando uma dimensão tão grande que influenciam consideravelmente nossa vida real.

Se você teve, ou tem, um relacionamento RL, nascido de um romance SL, e quer sua estória publicada aqui, mande um MI (ou um notecard) para Rosana Nishi.

Sua estória pode ser o estímulo que falta a muitos de nós!!!

Com carinho,

Rosana Nishi

Friday, June 13, 2008

Cat's Eye !



Essas 3 roupas eu encontrei em Cat's Eye Mall & Café . Um shopping super simpático cheio de lojinhas com freebies e roupas bem baratas . Na verdade são estandes pequenos de várias marcas e cada uma deles têm pelo menos um free. Estandes também no segundo andar. O cabelo é TekuTeku de um freebie passado

Beleza & Atitude


A principio, é até comum pensarmos que o mundo da moda se resume à roupas, desfiles, lindas modelos, estilistas famosos, SP Fashion Week , e coisas do tipo. Tudo regado sempre a muito brilho, beleza e criatividade.

Embora existam muitos homens nesse universo, que participam dele e fazem a diferença, na minha opinião, o mundo da moda é um mundo essencialmente feminino. Podemos inclusive dizer que a força motriz que faz esse mundo girar, somos nós mulheres, e isso pode ser facilmente visto no SL.

A moda é o reflexo da toda a nossa cultura e do nosso comportamento. É uma forma de nos expressarmos, ou seja, é um meio de comunicação. Talvez por isso ele seja tão atraente para nós, principalmente nós mulheres.

Por ser um meio de expressão, podemos encontrar de tudo no SL... do belo ao bizarro passando pelo excêntrico, mas “se tratando de Moda o que é Belo pra um pode ser bizarro pra outros”, nos relembra Nikita Fride, dona e designer da loja ???, então tudo é válido, pois o mais importante é expressar-se “independente de cores ou tendências” e
“ter personalidade na hora de escolher um estilo e na hora de escolher uma skin”, segundo Nikita Fride e Asheley Homewood, sócia da Agencia Olimpo.

Certamente, muitos ligam moda à coisas fúteis e supérfluas, mas gastar para se obter o look ideal seria mesmo algo supérfluo? Creio que não. Como nos diz Asheley, “aqui no SL é como na RL, voce tem que se sentir bem consigo mesmo, e gastar com skins e shape e vestruario não passa de um investimento em si, coisa que todos deveriam fazer”.

Investimento um tanto quanto caro em alguns casos sim, afinal sabemos que boas skins e roupas, nem sempre são baratas. Mas é como nos diz Nikita, “analisando a complexidade e o trabalho lindo desses "artistas virtuais" tudo é muito barato no SL”. E completa ainda, “e pago com orgulho por um bom trabalho, valorizo muito quem dedica seu tempo contribuindo para que possamos ter uma segunda vida mais prazerosa”.

Alem disso, moda também é ter atitude. Ser verdadeira consigo mesma, e mesmo não sendo como gostaria de ser, acreditar em você e lutar para se realizar. Procurar sempre realizar seus sonhos através de meios legais e o resultado será o reconhecimento de todos, nos lembra Nikita.

Finalizando, vou deixar aqui algumas lojas que me foram indicadas pela Asheley, como sendo ótimos lugares para se encontrar ótimas skins e boas roupas.

Armidi ☆ Minnu ☆ Goticaz ☆ Maitreya ☆ 7sins ☆ Mana fashion ☆ Queops ☆ Iarita back da Unique ☆ Redgrave ☆ Rac ☆ Naughty ☆ Donna Lulu ☆Biscoito Bonetto da TL Real Skin ☆ Riviera Couture

Agradecimentos especiais:
~☆.. Asheley Homewood, sócia da Agencia Olimpo; e
~☆.. Nikita Fride, dona da Nikita Fride Design e designer de skins, roupas, tattoos, olhos e acessórios.

Siane Myoo´¯`·.¸¸.




Oferecimento:
Agencia Olimpo (in-world)
Onde suas fotos ganham vida e mostram o que há de melhor em você!!

{Em breve com uma mega novidade para voces!!}


Para maiores informações:
Siane Myoo 彡 sianemyoo@gmail.com ou IM (in-world SL)
Aquiles Amat 彡 djwas@hotmail.com ou IM (in-world SL)
Asheley Homewood asheleyhomewood@hotmail.com ou IM (in-world SL)
Monicacosta Gibbs 彡moni_gibbs@hotmail.com ou IM (in-world SL).